Ultime novità

There are no translations available.

bandiera_inglese  

Doctor Cesare Massa Saluzzo is going to perform some Renal Arteries Denervation in Cairo Egypt.

Renal plexus radiofrequency ablation project started in February 2012 and two patients were treated successfully.

Easy and new technique radiofrequency sympathectomy has been already validated by recent studies.

Only very selected patients with hypertension could benefit from the ablation treatment.

   renal_denervation

                 Endovascular Renal Denervation

 

bandiera_italiana

Il dott Cesare Massa Saluzzo inizierà ad eseguire alcuni interventi di denervazione dell’arteria renale in Egitto, al Cairo.

Il progetto di studio sulla simpaticectomia tramite radiofrequenza dell'arteria renale è iniziato a Febbraio 2012 e 2 pazienti sono già stati trattati con successo.

La tecnica di denervazione dell’arteria renale tramite radiofrequenza è semplice ed efficace ed è stata validata da alcuni recenti studi.

Solamente alcuni pazienti con ipertensione e ben selezionati potranno trarre giovamento dal trattamento ablativo.

There are no translations available.

 

Schermata_11-2455893_alle_00.11.18

 

http://www.facebook.com/notes/matteo-scibilia/xxxiii-congresso-siapav/251245064932504

pubblicata da Matteo Scibilia il giorno venerdì 25 novembre 2011 alle ore 16.16

There are no translations available.

James La Giglia, americano de 48 anos, saiu de Hong Kong e veio de propósito para Portugal. Da barriga, espreitava um tubo que fazia a ligação direta da bexiga a uma bolsa exterior.  Martins Pisco, radiologista, prometeu-lhe uma solução única no mundo, em busca de um tratamento alternativo.

"Tinha muitos problemas, tenho este saco desde Março de 2010, pura e simplesmente não consigo urinar. Não tinha dores, apenas desconforto e a minha vida tornou-se muito difícil. Ia a qualquer lado e as pessoas olhavam para mim, por vezes aparecem coágulos de sangue no tubo e vou parar às urgências", descreve LaGiglia, deitado no bloco operatório e prestes a iniciar o cateterismo das artérias da próstata.

James, jornalista numa televisão de Hong Kong, vai manter-se acordado ao longo da intervenção, que durará aproximadamente uma hora. Com viagens incluidas, pagou perto de 6 mil euros por esta solução, porque acredita que poderá mudar a sua vida. "Disseram-me em Hong Kong, que é um país até bastante desenvolvido, que havia duas operações possíveis, uma delas é a TURP (retração transuretral da próstata) mas que aí teria 90 por cento de hipótese de efeitos secundários, tais como não poder mais ter filhos e depois havia também outra hipótese, em Hong Kong e nos EUA que era a operação a laser, mas tinha 60 por cento de hipótese de efeitos secundários, por isso andei à procura de outra alternativa", acrescenta.

Uma vida ligada à Medicina


João Martins Pisco, 65 anos, é médico radiologista há mais de 30 anos no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, mas opera também no privado, no Hospital francês. Foi pioneiro na introdução desta técnica no tratamento dos fibromiomas do útero nas mulheres e agora acredita ter nas mãos a melhor solução para a hiperplasia - o crescimento anormal - da próstata, algo que acontece a mais de metade dos homens a partir dos 60 anos.

Médicos de todo o mundo vêm a Lisboa


Veio com mais três colegas de propósito para assistir ao procedimento em vários pacientes, ao longo do dia. Um deles é Enrique Aguirrezabala, presidente do Conselho de Desenvolvimento Económico Europeu. Com 64 anos, há 12 que aguentava com problemas na próstata. "Nunca tive uma vida muito complicada por causa disto, mas acho que é preferível atacar o problema mais cedo, do que tornar-se complicado mais tarde", diz.

Cesare Saluzzo, médico italiano de Pavia, está satisfeito com o que vê, ao observar os monitores de raio X que põem a nú as artérias dos pacientes, enquanto os cateteres deixam pequenas esferas lá dentro, para entupir o fornecimento de sangue à próstata. Desta forma, com menos 'alimento', a próstata acaba por minguar e volta a permitir um fluxo urinário normal.

"A técnica, o procedimento, já é antigo para nós como radiologistas de intervenção mas nós viemos até cá para perceber esta nova utilização que o professor Pisco começou. Queremos ver sobretudo não os aspetos técnicos, mas as indicações e queremos perceber se será possível fazer uma espécie de registo da técnica em Itália, com regras e indicações claras neste novo campo", explica Cesare Saluzzo, médico radiologista de Pavia, norte de Itália.

A embolização arterial da próstata aplica-se a doentes que tenham próstata grande, um fluxo urinário baixo e que não tenham tumores malignos. Também não é um tratamento para a impotência, embora - segundo Martins Pisco - possa revelar resultados em cerca de um terço dos pacientes, dado que após o tratamento deixam de tomar medicamentos que acabavam por ter efeitos nesse campo.

Urologistas ainda não estão convencidos


Para José Palma dos Reis, presidente do Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos, a palavra certa é "prudência". "Convém referir que isto se trata de um procedimento investigacional, que ainda não está validado cientificamente pelos pares. Mas desde que os doentes estejam devidamente informados, não temos nada a opor", afirma ao Expresso.

Cesare, de Pavia, Itália, diz que o mesmo acontecerá seguramente no seu país, devido a quezílias habituais entre diferentes especialidades da Medicina: "Isso é uma estória antiga, é a nossa história como radiologistas de intervenção. Somos sempre pioneiros, há qualquer coisa de novo. Acreditamos em outros médicos, em cooperar com as outras áreas da Medicina e eles deviam fazer o mesmo, ginecologistas, urologistas, hepatologistas, diabetologistas e todos os ramos da Medicina. Nós estamos numa nova era, a da cooperação", afirma.

Os urologistas portugueses vão esperar para ver: "A comprovar-se será mais uma arma na terapêutica, mas não será nunca seguramente a única", conclui o presidente do Colégio de Urologia.

Fonte
There are no translations available.

siapav_testa

 

A seguito della risoluzione del Consiglio Superiore di Sanità del 25 Febbraio 2011 e della circolare Ministeriale del 4 Marzo 2011 riguardante la Insufficienza Venosa Cerebrovascolare (CCSVI), la SIAPAV (che ha partecipato all’audizione del CSS del 19 Gennaio 2011, ed è citata nella risoluzione del 25 Febbraio),

rinnovando al sig. Ministro ed al CCS la propria totale disponibilità ad ogni forma di consulenza e collaborazione scientifiche, e riconoscendo la necessità di acquisire ulteriori dati sulla validazione del protocollo diagnostico e sull’efficacia del trattamento,

considerando che la risoluzione del CSS lascia aperti alcuni aspetti fondamentali della salute pubblica, ritiene opportuno esplicitare la propria posizione in merito alla CCSVI ed ai problemi clinico assistenziali correlati, che viene riassunta nei seguenti punti:

1 – È necessario, per un’ampia e trasparente informazione scientifica, che tutti i protocolli degli studi in corso, indipendentemente dai promotori e finanziatori (regioni, università, società scientifiche, enti locali pubblici e privati), siano pubblicati sul sito del Ministero della Salute.

2 - Le analisi dei futuri risultati e la formulazione di giudizi, anche in itinere, sullo stato delle conoscenze, deve prendere in considerazione ed esame tutti i dati disponibili, e non solo alcuni, come purtroppo si verifica spesso. 3 - Studi clinici.

La risoluzione del CSS, disponendo che diagnosi e trattamento della CCSVI siano effettuati solo ed esclusivamente nell’ambito di studi clinici randomizzati e controllati, ha di fatto bloccato nella sanità pubblica ogni attività diagnostica e terapeutica non partecipante a studi strutturati, ma non nell’ambito privato.

La metodologia sperimentale degli studi clinici randomizzati e controllati è assolutamente corretta, e andrebbe bene se il governo clinico del problema fosse quello con cui ci si confronta di solito. Esiste l’ipotesi di una nuova opzione terapeutica per la malattia X.

Lo sperimentatore propone al paziente di partecipare ad uno studio che testi la nuova opzione rispetto al trattamento consolidato, informandolo che sarà inserito casualmente nel braccio sperimentale della nuova opzione o in quello del trattamento consolidato. Nel caso specifico della SM, tutti i pazienti riceverebbero il trattamento consolidato ed i bracci sperimentali riguarderebbero soltanto la correzione o meno della malformazione.

Il governo clinico della CCSVI e SM, allo stato attuale, è profondamente differente. A torto o a ragione, siamo davanti ad un’elevata domanda a parte dei pazienti a fronte di un’offerta limitata. Il paziente non accetta la randomizzazione, egli vuole quel trattamento. Se non ottiene quanto richiede, si rivolge altrove, alla sanità privata o all’estero, prevalentemente in strutture private senza alcuna credenziale o con credenziali molto discutibili. Paradossalmente, il massimo rigore scientifico adottato apre la porta a trattamenti in strutture non qualificate. Un risultato che contrasta con l’auspicio che la stessa risoluzione del CSS riporta, nell’ultima pagina, contro ogni lucrosa speculazione.

4 - Strutture Qualificate. Sarebbe opportuno ripristinare la posizione esplicitata nella nota del Ministro agli Assessori Regionali alla Sanità del 27 ottobre 2010 che consentiva, sotto la responsabilità del medico, di erogare le prestazioni per diagnosticare e correggere le anomalie. Essa dovrebbe essere integrata dall’individuazione da parte di Ministero e Regioni e nell’ambito della sanità pubblica di strutture idonee a soddisfare le esigenze diagnostiche e terapeutiche dei pazienti, anche al di fuori di studi randomizzati. Queste strutture dovrebbero dichiarare il protocollo diagnostico seguito (anche alla luce dei nuovi contenuti della Consensus Conference svoltasi a Bologna il 13 Marzo us, con la partecipazione di numerosi esperti da tutto il mondo) e la procedura terapeutica che dovrebbe escludere lo stenting.

5 – Registro. I dati clinici ottenuti dalle strutture di cui al punto 4, potrebbero confluire in un Registro ad hoc realizzato con la supervisione e la garanzia del Ministero e delle Regioni., e di essi si dovrebbe tener conto (nei limiti della valenza scientifica internazionalmente accreditata ai dati da registro) nella formulazione dei giudizi di cui al punto 2. La SIAPAV è disponibile a curare la realizzazione e la gestione del Registro.

firma

Calendario eventi

May 2012
M T W T F S S
30 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31 1 2 3

Video

There are no translations available.

Altri video